" — Cria um apelido pra mim, vai.
— Você já tem um.
— E qual é?
— Criptonita.
— E por que?
— Você acaba com todas as minhas esforças. Você me deixa desnorteada. Você me causa milhares de borboletas dançantes no estômago e me faz agir feito uma idiota. Você é diferente. É uma verdadeira droga. Vicia, e faz mal.
— Eu sou como o super-homem, e você, consequentemente minha criptonita.
Fernanda A (via
afrontado)
Corte seus problemas, não seu pulso.